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Regras da vida...

Author: Miguel de Paula /



Acordar pela manhã...
Sentir o doce orvalho sobre seus lábios...
Dizer cautelosamente... "Eu te amo!"
Ouvir o que se deve...
Amar e amado ser...

Simples regras ditadas pela beleza do viver... Escritas na alma do puro ser...
Olhar pela a janela da terra divina, solo fértil e gramado verde ditam a você a jornada do amanhã...
Sol, belo astro que acorda as manhãs, seus leves raios entrelaçam entre as molduras das janelas, olhar adiante... O que se deve pensar?

Deliciar a vida como se dança um maravilhoso tango, passo a passo com sedução e cautela, regras escritas nas entranhas...

Siga, ao nascer regras impostas... Regras existentes... Cuidado! Nem tudo o que parece ser, realmente é...

"Ame ao próximo como a ti mesmo!" Regra da pura divindade, mas e se não conseguir amar como deveria? Respeita-o que estará fazendo o mesmo... Diferenças, respeite-as! Afinal eles também respiram, amam e vivem como você!

Escale cada montanha, aceite os desafios que são impostos! Quebre as regras e barreiras do preconceito, da discriminação, da hipocrisia... Escale as montanhas, escale as montanhas... Louve a liberdade que Deus lhe deu... Ao alcançar o pico, escreva entre as estrelas suas regras... Suas regras da vida...

Não deixe de amar aquele que não demonstra seus sentimentos pois ele pode estar amando-o com a sua maior força...

Sorria, para aqueles que lhe desprezam, afinal o sorriso é capaz de destruir barreiras...

Aprenda com seus erros, afinal críticas não são para destruí-lo e sim para aperfeiçoá-lo, então sorria para aquele que o critica! Aprenda o certo e errado e somente saberá que a vida tem um sentido e que certas regras surgem...
Regras do seu coração, do seu olhar, dos seus lábios, da sua felicidade, do seu tempo... Ame! Ame como se fosse o último dia pois poderá ser tarde demais para consertar seus erros! Mas se errou sempre há tempo para recomeçar!

Descubra o seu mundo, com toda certeza ele será mais excitante do que imaginará um dia! Viva a mágica de dançar a luz da dama da noite, a luz da doce lua!

Tolo é aquele que não entende...


Afinal qual a sua regra?




(Miguel de Paula)

Belo amigo...

Author: Miguel de Paula /



Campo Grande, MS., 20 de agosto de 2008.



Sentado tomando tereré...
Cabelos negros, olhos amendoados, vivos com a ternura de uma criança...
Sorriso cativante...

Este meu caro, és meu belo amigo!

Teu andar em direção ao horizonte somente eu sei...
Gingado de um moleque, atitudes de um carioca... Seria o menino do Rio?
Andas cantarolando, garrafão em mãos... Senta-te ao horizonte como se nada o perturbasse, observando cada gesto... Senta-te! Ouça o silêncio! Com um simples olhar já lhe diz o que deveria saber...

Doces... Sim! Doces e eternas palavras escreves... Como és belo amigo! Consegues dizer em pequenos versos palavras de conforto e eterna sintonia na melhor harmonia! Somente sei como são belas as falas daquele que sempre franco sabe ser...

Haja o que houver Belo amigo! Sim! Haja o que houver! Sei que em teu sorriso e olhares conforto nas horas de dificuldade encontrarei! Senta-te, é-me impossível esquecer o Silêncio!

Silêncio da verdade! És belo teu silêncio que muito diz, o silêncio que muito canta o coração!

Ouça teu coração, tu podes ouvi-lo cantar?

Belo amigo... Somente teu coração sabes cantar! No silêncio dizer que tem o Amor pela sagrada vida! Tudo gira em torto de ti, em torno daquele que sabe amar! Tu sabes o que digo...

Gracioso o mundo movimenta ao saber que nele tu estas vivendo, e tudo de repente parece um lugar perfeito como a beleza de teu coração... Belo amigo! Como és belo!

Escrevas em teu livro da vida, como és belo e tu perceberá...
Não há montanha tão alta
Não há rio tão profundo para se passar...
Cantando tua música, estarei ao teu lado...
Tempestades podem se formar e as estrelas se colidirem
Haja o que houver belo amigo...
O mundo gira em torno de ti e tudo tens para a eterna felicidade...

Aprender somente tu saberás o que realmente digo, pois somente tu me compreendes de verdade!

Ó, belo amigo! Saibas colocar pontos finais em tuas histórias... Não deixes pegarem com as mãos furadas o coração que somente no silêncio do amor sabes falar!
As estações podem mudar, inverno à primavera, mas jamais deixe o belo coração calar! Teu cantar! Teu cantar! Belo amigo! Teu cantar!

Não deixe tuas histórias incompletas pois muito a cantar tem teu coração, a cada momento não permita que arranque tuas páginas, continue escrevendo a tua história, pois há muitos parágrafos à serem editados! Lembra-te o que digo! És belo! O teu livro continua, novas páginas em branco tens a escrever!

Não há montanha tão alta
Não há rio tão profundo para se passar...
Cantando tua música, estarei ao teu lado
Tempestades podem se formar e as estrelas se colidirem
Haja o que houver belo amigo...

Estarei ao teu lado!

Sentado toma teu tereré...
Máscara de mistérios, manias e jeitos tens... somente tu tens!
Sabes analisar sem julgar cada ser, sem preconceito de raça, cor, credo ou sexo!
Tu és belo! Como tu és belo! Belo amigo!
Muito tem a dizer, mas que somente teu olhar sabe dizer!

Andas ao horizonte sem rumo! Sim! Belo amigo... Sei que em teus passos posso seguir! Caminhar contigo até o final da vida será uma eterna honra!
Terei a absoluta certeza que em meu leito de morte saberei que a vida não fora em vão, e com um sorriso falarei à ti: EU TINHA CERTEZA QUE TU VIRIAS!

Olhos vivos com a ternura de uma criança...
Sabedoria de um ancião...
Paciência de um pai...
Sorriso cativante...

Este meu caro, és meu belo amigo!

"A amizade é o perfume da vida!"

À ti meu amigo, o amigo dos poemas e das histórias!

À ti, meu belo amigo!



(Miguel de Paula)


*(texto adaptado e atualizado, 13 abril de 2010)*